domingo, 16 de janeiro de 2011

Pai...

...hoje olhas para trás e vê tudo o que perdeu,
não há nada que possa fazer a respeito.
O tempo cicatrizou todas as feridas
e a salvação foi apunhalada pela realidade.

A promessa foi quebrada,
a máscara caiu. Consegue ver quem és?
- Por favor, não me deixe morrer!
- Humilhe-se! Decline-se sob meus pés!

Enterre junto à mim tudo que passou,
esqueça todos os momentos, pois já não importa;
e o pouco amor que eu sentia,
assisti ao seu mais merecido fim.

Sob a luz do luar um sacrifício foi feito.
Escute o choro desta alma a vagar.
Pai, eu te amava tanto...
até o momento em que me deixaste agonizar.

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